| DESCRIÇÃO Em 1996, Thérèse
Bertherat escreveu com sua filha Marie Bertherat, que estava grávida, e
Paule Brung, uma parteira, Quando o Corpo Consente. Neste livro a três vozes,
elas falam do jogo das forças que se animam no corpo da mulher grávida.
Thérèse Bertherat propõe também movimentos muito precisos
para preparar seu corpo para o nascimento. Este é o diário
de Marie. Com palavras simples, ela conta o que experimentou em seu corpo e percebeu
na própria carne. Durante nove meses. Para lhe transmitir isso,
ela prosseguiu sua pesquisa com inteligência e rigor. Sempre de forma generosa
e com a doçura obstinada que é o seu jeito de ser... Mas que não
haja equívoco: esses nove meses que a tornaram mãe não devem
ser vistos como convite à caminhada fácil... Uma mãe,
Thérèse Bertherat, descobre a filha que julgava conhecer tão
bem -, e essa revelação a surpreende, enchendo-a de alegria e respeito.
Uma filha, de repente, pede à mãe algo além de afeto e carinho.
Solicita sua experiência como terapeuta. Thérèse Bertherat
a tranqüiliza e lhe explica o jogo de forças que nela se manifestam.
Propõe-lhe catorze movimentos muito precisos para preparar o corpo para
a hora do nascimento. Baseados em dados anatômicos e fisiológicos
corretos, eles despertam na futura mãe o gosto pelas sensações
sutis, o desejo de habitar todos os recantos do próprio corpo com ternura,
com respeito por ela e pelo bebê. Se você está grávida
e, por isso, preocupada, desejosa de uma palavra de apoio ou de uma explicação
prática, ouça o que estas mulheres têm a lhe dizer. Como
Paule Brung, uma parteira especial com quarenta anos de profissão e a confiança
que só se adquire com experiências que tiveram um desfecho feliz,
todas as três encontram, a seu modo, os gestos e as palavras certas.
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